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domingo, 16 de outubro de 2011

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Vídeo promocional de Guimarães 2012

Sob a forma de livro pop up, a Guimarães Digital apresentou o seu vídeo promocional da Capital Europeia da Cultura.
Parabéns à equipa!!


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Isto ou Aquilo?





Uma cegonha ou uma tesoura? Isto ou aquilo? A resposta está no olhar do leitor.

Deslocando para a esquerda ou para direita um acetato raiado que se sobrepõe à ilustração, “descobrem-se duas imagens diferentes na mesma página: uma cegonha que se transforma numa tesoura, uma borboleta em livro, um serrote em crocodilo, etc. Esta técnica, bastante usada nos países de Leste entre os anos 60 e 80, foi criada pelo artista checo Jirí Kolár e é apelidada de Rollage, podendo ser apreciada em algumas das obras deste artista.”

Editado pela primeira vez há quarenta e sete anos, na Checoslováquia, com o título Co se cemu podobá?, e agora publicado em Portugal pela Bruaá, Isto ou aquilo? revela ser “um óptimo exemplo de contaminação entre experimentação artística e design editorial.”


O livro pode ser folheado aqui.


Notícia retirada do blog http://olivroinfantil.blogspot.com

sábado, 2 de abril de 2011

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL

O LIVRO RECORDA* “Quando Arno e o seu pai chegaram à escola, as aulas já tinham começado.” No meu país, a Estónia, quase toda a gente conhece esta frase de cor. É a primeira linha de um livro intitulado Primavera. Publicado em 1912, é da autoria do escritor estónio Oskar Luts (1887-1953). Primavera narra a vida de crianças que frequentavam uma escola rural na Estónia, em finais do século xix. O Autor escrevia sobre a sua própria infância e Arno, na verdade, era o próprio Oskar Luts na sua meninice. Os investigadores estudam documentos antigos e, com base neles, escrevem livros de História. Os livros de História relatam eventos que aconteceram, mas é claro que esses livros nunca contam como eram de facto as vidas das pessoas comuns em certa época. Os livros de histórias, por seu lado, recordam coisas que não é possível encontrar nos velhos documentos. Podem contar-nos, por exemplo, o que é que um rapaz como Arno pensava quando foi para a escola há cem anos, ou quais os sonhos das crianças dessa época, que medos tinham e o que as fazia felizes. O livro também recorda os pais dessas crianças, como queriam ser e que futuro desejavam para os seus filhos. Claro que hoje podemos escrever livros sobre os velhos tempos, e esses livros são, muitas vezes, apaixonantes. Mas um escritor actual não pode realmente conhecer os sabores e os cheiros, os medos e as alegrias de um passado distante. O escritor de hoje já sabe o que aconteceu depois e o que o futuro reservava à gente de então. O livro recorda o tempo em que foi escrito. A partir dos livros de Charles Dickens, ficamos a saber como era realmente a vida de um rapazinho nas ruas de Londres, em meados do século xix, no tempo de Oliver Twist. Através dos olhos de David Copperfield (coincidentes com o olhar de Dickens nessa época), vemos todo o tipo de personagens que ao tempo viviam na Inglaterra — que relações tinham, e como os seus pensamentos e sentimentos influenciaram tais relações. Porque David Copperfield era de facto, em muitos aspectos, o próprio Charles Dickens; Dickens não precisava de inventar nada, ele pura e simplesmente conhecia aquilo que contava. São os livros que nos permitem saber o que realmente sentiam Tom Sawyer, Huckleberry Finn e o seu amigo Jim nas viagens pelo Mississippi em finais do século xix, quando Mark Twain escreveu as suas aventuras. Ele conhecia profundamente o que as pessoas do seu tempo pensavam sobre as demais, porque ele próprio vivia entre elas. Era uma delas. Nas obras literárias, os relatos mais verosímeis sobre gente do passado são os que foram escritos à época em que essa mesma gente vivia.

O livro recorda.


*Tradução: José António Gomes *A Mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil é uma iniciativa do IBBY (International Board on Books for Young People), difundida em Portugal pela APPLIJ (Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil), Secção Portuguesa do IBBY.


Informação retirada daqui

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

LIVROS BANCOS ... EM ISTANBUL...




Em 2007 a cidade de Istanbul promoveu a leitura construindo bancos como livros por toda a cidade. Os bancos eram representações de 18 livros de grandes poetas turcos.

Lido aqui

sábado, 27 de novembro de 2010

QUER TROCAR OS SEUS LIVROS?



Mercado-alvo: qualquer pessoa que goste de ler e que respeite o meio-ambiente

Toda a gente tem livros em casa, grande parte dos quais estão arrumados na estante para nunca mais serem utilizados.

O livro é um objecto de arte e cultura, escrito para circular, ser divulgado e lido. Deste objectivo nasceu o projecto Winkingbooks*, agora desenvolvido no site www.winkingbooks.com

Os utilizadores registados podem aqui disponibilizar o manancial de livros (romances, manuais escolares, etc.) que possua em casa e do qual queira prescindir, com vista a cumprir solicitações de outros utilizadores, e a obter por outro lado livros que ainda não leu.
Na verdade, o site Winkingbooks pretende constituir um canal alternativo a qualquer leitor. Quem concebeu esta ideia continua a comprar livros, a obter livros de empréstimo nas bibliotecas, a ouvir audio-livros, a ler e-books, etc.

* Winking – que pestaneja, que pisca o olho

O nome escolhido para o projecto sugere a ideia dos livros “adormecidos” na estante a piscarem o olho ao seu dono para que este os faça circular, lhes dê vida, lhes retire o pó que os envolve nas prateleiras, e os envie a quem ainda não os leu.

A plataforma www.winkingbooks.com permite que após um registo gratuito cada utilizador crie o seu inventário de livros que já não quer, obtendo com isso pontos para trocar por livros do seu interesse. Quando alguém (destinatário) lhe pede um livro, você (remetente) envia-lho por correio a seu cargo, havendo uma troca de livros por pontos. Posteriormente, você passará a destinatário quando pedir um livro a alguém, trocando neste caso pontos por livros, recebendo o livro em sua casa, de graça.

Permite-se assim que a comunidade Winkingbooks leia mais livros por valores simbólicos, constituindo este projecto uma prestação de serviço de leitura a todos os que quiserem ler mais, por muito menos!

Autores, editoras e as vendas
O projecto Winkingbooks não prejudica de modo algum os autores e as editoras. Na verdade, muitos destes são fãs da partilha de livros, nomeadamente através de Bookcrossing. Todos eles se aperceberam do valor paradoxal no encorajamento da partilha de livros, que implica em mais vendas, unicamente pelo facto dos comentários sobre os livros chegarem a mais leitores através da partilha.

Respeito pelo meio-ambiente
A troca de livros é amiga do ambiente. De acordo com a Greenpeace, uma árvore produz em média 24 livros, o que significa que com duas dúzias de trocas ter-se-á poupado uma árvore. A participação na troca de livros poupa ainda tinta, deixando uma pegada ambiental menor do que a da impressão de um livro.

GRANDE IDEIA!!
retirado daqui

sábado, 30 de outubro de 2010

A AVENTURA INTERACTIVA DE D.QUIXOTE

A Biblioteca Nacional de Espanha (BNE) apresenta a 1ª edição das aventuras de D. Quixote de la Mancha em formato interactivo.
Leia mais em elpais.com

domingo, 18 de abril de 2010

O QUE É O PRAZER DA LEITURA?


O pintor iraniano Iman Maleki, génio do realismo, ganhou o prémio William Bouguereau e o Chairman’ s Choise no II Concurso Internacional de Art Renewal Center. É considerado por muitos o melhor pintor de arte realista do mundo.

Ler é um prazer!

Ler é a construção de mundos imaginários - é viajar, é sentir, é pensar, é relaxar, é viver, ...




Leia e diga-nos também o que é, para si, o prazer da leitura.

Ler é...?

sábado, 17 de abril de 2010

Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor

Vai decorrer a Semana do Livro e da Leitura no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor.

"Arco Iris de Histórias" de 19 a 24 de Abril.


sábado, 10 de abril de 2010

Feira do Livro de Lisboa


A 80ª edição da Feira do Livro de Lisboa começa já no próximo dia 29 de Abril, no Parque Eduardo VII.


Até ao dia 16 de Maio, 120 editoras vão mostrar o que de melhor se tem publicado. Os interessados numa visita, podem fazê-lo de segunda a sexta-feira das 12h30 às 23h30. Aos fins-de-semana e feriados a feira abre as 11 horas.